"Aquilo que fizeres nesta vida, será determinante para a eternidade..." - Russel Crowe in "Gladiator"
2007-11-29
Paradoxos
2007-11-26
Silêncio inconveniente
2007-11-22
2007-11-12
Gente feliz com lágrimas
2007-11-05
O elogio devido
Mais que uma funcionária pública eficiente, esta senhora é uma amante da sua cidade, com um orgulho imenso nela e que com grande contentamento partilha a sua singularidade com os viajantes.
Aqui fica o agradecimento e um grande bem haja à D. ...
2007-10-29
Politiquices
2007-10-25
2007-10-24
Vitalidade
2007-10-22
Aprisionados
- A. Cury
2007-10-18
A lâmpada eléctrica
Desde Edison, que a lâmpada eléctrica revolucionou os usos da nossa sociedade. Analisar detalhadamente o seu processo, desde o fabrico do vidro até à "tecelagem" do filamento de tungsténio, passando pelos sucessivos testes de qualidade a que estes são submetidos, foi deveras interessante.
Gostava de destacar uma dessas fases... Quando na fase de fabrico do vidro para o "bolbo" da lâmpada, se este não resistir aos testes de vibração e diferencial térmico, este será devolvido novamente ao forno... Então, para o vidro, o processo iniciar-se-à novamente. O alto-forno oferece a possibildade de uma nova utilização e de uma nova oportunidade para o vidro "rejeitado": o de cumprir a sua função com eficácia e vir a incorporar o produto final.
Este processo pode não ocorrer apenas uma vez, mas o seu aprimoramente poderá levar a várias viagens de volta para o forno.
Pena que tantas vezes, não reconheçamos que as "fornalhas" porque passamos, são apenas uma forma de termos novas oportunidades, de sermos refinados, aperfeiçoados, apurados para que o objectivo final de alumiar e dar luz seja conseguido.
2007-10-15
2007-10-13
2007-10-09
Recortes
[A consciência das nossas forças fá-las crescer. Nunca poderás dizer: "Não sou capaz!" sem primeiro haveres tentado...Esforça-te e tem bom ânimo!]
Os "recortes" endereçados a dois alunos meus , contrastam com o "status" instalado: a decrepidez que a falta de perseverança e a inércia geram.
2007-10-03
Desabafo
Fala-se na mudança, na (in)capacidade de gestão dessa mesma mudança, escreve-se e vive-se. Hoje, curiosamente sinto-a! Não falo apenas das alterações climáticas visíveis ano após ano, mas também das alterações dos comportamentos sociais, das metodologias organizacionais, dos paradigmas e referênciais normativos, enfim, da vida que ao nosso lado passa. Consequências de um relativismo exarcebado emergente da sociedade pós-moderna.
Em Biologia, o desaparecimento completo de uma espécie, causada pela destruição do habitat, predação ou pela incapacidade na adaptação suficientemente rápida às mudanças no ambiente natural é denominado de Extinção. Hoje sinto-me neste processo de extinção rápida. Sou confrontado com a velocidade de aceleração deste processo de mudança ao qual sinto-me impotente para o travar... Narcisicamente sempre me considerei apto para lidar com ele, afinal...
A entropia que se gera em todo este processo esmaga qualquer tentativa de impor ordem no caos. A alternativa? Talvez o refúgio com os "monges da cartuxa"!
Bem, pensando melhor, naaaa...
Embora as necessidades materiais e emocionais sejam diferentes das de um passado recente, algo permanece imutável: as necessidades espirituais de cada ser humano. Contudo a resposta permanece eficazmente a mesma: os braços estendidos do Pai!
2007-09-27
Inusitado e despropositado
Afinal de contas, a imagem mediática de um treinador de futebol é bem mais importante do que qualquer consideração, análise ou discussão sobre as fragilidades do sistema político português, o qual é apenas e tão somente a base da democracia representativa do nosso país.
Santana Lopes teve um dia feliz! Pena que dias assim sejam uma excepção e não a regra...
2007-09-24
"Fragmentos" não divulgados do 11 de Setembro
Agosto de 2001, Moshê (nome fictício), empresário judeu, viaja para Israel em negócios. Quinta-feira, dia nove, no tempo que tinha entre duas reuniões aproveitou para almoçar rapidamente numa pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech Georgeno, no centro de Jerusalém.
A pizaria estava cheia. Logo ao entrar, percebeu que teria que esperar muito tempo, tempo esse que não dispunha. Impaciente e ansioso foi abordado por um israelita que o observava, que lhe perguntou se queria ir à sua frente na fila extensa. Agradecido, Moshê aceitou. Fez o pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião. Menos de dois minutos após ter saído, ouviu um estrondo. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera.
O jovem disse que um terrorista suicída tinha feito explodir uma bomba na pizzaria Sbarro's. Moshê empalideceu. Por apenas dois minutos escapara do atentado. De imediato, lembrou-se do homem que lhe cedera o seu lugar na fila. Certamente ele ainda lá estaria. Aquele homem salvara-lhe a vida e agora poderia estar morto. Correu para o local e encontrou uma situação caótica. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, das quais seis eram crianças. Outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em estado grave. Pessoas gritavam por ajuda, outra tantas acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar. As vítimas ensanguentadas eram socorridas pelos serviços de emergência. Moshê procurou seu "salvador" entre as sirenes e a confusão, mas não conseguiu encontrá-lo. O sentido de gratidão fez com que a importante reunião que o esperava fosse para si insignificante. Percorreu os hospitais mais próximos à sua procura e finalmente encontrou-o na cama de um hospital. Estava ferido, mas não corria risco de vida. Moshê conversou com o filho daquele homem, que acompanhava agora o seu pai, e informou-lhe do que tinha acontecido. Disse-lhe que faria tudo que fosse preciso por ele. A gratidão por aquele homem ao qual lhe devia a vida era extrema.
Moshê despediu-se do rapaz, deixou o seu contacto com ele para o caso de seu pai vir a necessitar de qualquer tipo de ajuda. Se assim fosse, ele não deveria hesitar em contactá-lo.
Um mês depois, Moshê recebeu um telefonema no seu escritório em Nova Iorque. Era o filho do homem que o tinha salvo. Contou-lhe que o pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para a fazer ficava em Boston, Massachussets. Moshê não hesitou. Tratou de tudo para que a cirurgia fosse realizada rapidamente.
Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo sentido de gratidão e honra pela palavra dada. Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila". Mas não. Moshê sentia-se profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo e não foi trabalhar.
Assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001, Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center.
2007-09-18
O exemplo da água
2007-09-12
Uma vergonha chamada Scolari
Meu amigo, não estamos na América Latina...
2007-09-10
5 minutos com...
2007-09-05
"Visão" estratégica
Pois bem, hoje em dia existe um outro, bem mais perigoso: alguém "inteligente" sem visão estratégica. Este último é o clássico "inteligente" que lança uma afirmação genial, que leva a que todos se desviem da rota correcta, que provoca confusão, que define novas prioridades, que atrai o auditório mas que nunca chega a destino algum. Nunca obtêm os resultados procurados, nunca consegue dar "fruto" mas ganha todas as discussões e arrazoados e consegue que a sua posição prevaleça.
Importa pois acautelar-nos tanto de uns como de outros.

...para os que precisam!