2006-03-29

Ao longe e ao perto

Conta-se a história de um índio que olhando ao longe, viu uma figura surgindo no horizonte. Pensando que era um animal selvagem, ele preparou-se para fugir...
Mas, ao aproximar-se a figura, ele viu que tratava-se de um homem a cavalo. Entendendo que era um inimigo, preparou-se para lutar...
O homem a cavalo aproximou-se, então ele viu que não era um inimigo, mas alguém da sua própria tribo. Preparou-se para o receber e dar-lhe as boas-vindas. Contudo, quando o cavaleiro solitário finalmente chegou perto, o índio reconheceu que era seu próprio irmão e abraçou-o...

Quanto mais nos aproximarmos e deixarmo-nos aproximar dos outros, mais facilmente compreenderemos que o "outro" afinal é nosso "irmão".

2006-03-21

Ainda os crucifixos

As cruzes identificam locais de culto, decoram campanários e marcam locais de sepultura. Por vezes, marcam o lugar onde pessoas morreram em acidentes de viação. Muitas vezes são usadas como joalharia, amuletos, ou constituindo meros objectos decorativos, normalmente associados a uma simbologia de espiritualidade.

Mas, que nos faz lembrar a Cruz? Faz-nos lembrar a pessoa de Jesus Cristo? Quem foi, o que ensinou, porque nasceu, viveu e para que morreu?
Jesus morreu na CRUZ por cada um de nós. No entanto o seu corpo não ficou lá, ou no túmulo, pois, ao terceiro dia após a sua morte ressuscitou.

Agora que entramos numa época em que a cruz vai ser enfaticamente mencionada, com a chegada da Páscoa aqui fica a interrogação: Já olhaste para a "cruz" e colocaste a tua confiança n'Aquele que morreu lá?

2006-03-16

Olhares

Todos nós somos afectados pelos olhares dos outros. Poucos são aqueles que não querem ficar "bem na fotografia".
A necessidade de impressionar, ou pura e simplesmente de estar contextualizado obriga a cuidados adicionais na "produção da imagem".
Preocupamo-nos por agradar, por parecer bem, por criar uma imagem de "atracção" e não de "repulsa". Preocupamo-nos imensamente quanto aos olhares que os outros nos dirigem, pois gostamos de saber estar...
Preocupação legítima da vida normal em sociedade, sublinho!

E, quando Deus olha para nós, o que é que vê?
A este olhar, não há maquilhagem que disfarce, indumentária que embeleze, penteado que encubra. O que somos, está descoberto aos seus olhos.
Que reacção o seu olhar nos causa?
Indiferença? Vergonha? Conforto? Amor? Carinho?

O que vê Ele em nós? O que vemos nós no Seu olhar?

2006-03-13

Ênfases

Dois miúdos estavam a comer algumas uvas. Um deles comenta: "São mesmo doces!". "Tens razão" - respondeu o outro, "mas estão cheias de pevides".
Ao vaguearem por um jardim, o primeiro novamente exclamou: "Olha para aquelas grandes e bonitas rosas!". O outro replicou: "Estão cheias de espinhos".
Como estava um dia excepcionalmente quente, pararam num café para saciarem a sede. Após vários goles, o segundo miúdo queixou-se: "Metade da minha garrafa já está vazia." O primeiro prontamente respondeu: "Metade da minha garrafa ainda está cheia!"

Muitas pessoas são como o rapaz pessimista desta história. Olham sempre para a vida através de óculos escuros. Sempre à procura da "nuvem ameaçadora" no céu límpido...
Felizmente existem pessoas que se concentram no lado radioso das coisas e são também elas radiantes, felizes e gratas. São realistas acerca do lado sombrio da vida, mas não tomam uma atitude miserabilista e "birrenta".
Os pensamentos negativos podem ser ultrapassado. Não importa quem sejas ou quais as tuas circunstâncias, há sempre muito pelo qual estar grato. Então, em vez de te queixares pelos espinhos, sê grato pelas as rosas.

2006-03-07

A "torto" ou a "direito"

Se pedissemos a 500 pessoas para desenharem numa folha de papel uma linha torta, o resultado final seria o de obtermos 500 linhas diferentes. Certamente, não conseguiriamos obter duas linhas exactamente iguais. O contrário se verificaria se pedissemos para que desenhassem uma linha direita. Munidos de uma régua, facilmente os intervenientes o conseguiriam.
Isto faz-nos pensar que existem diversas possibilidades de se ser torto, mas apenas uma para se ser recto.
Nem sempre, o percurso mais rápido entre dois pontos é uma linha recta, no entanto o caminho "direito" é o que produz mais fruto. Nem sempre é o menos tortuoso, nem sempre o mais fácil, nem sempre o mais suave...
"O único caminho certo é O Caminho recto e estreito"

2006-02-24

"Keep it simple"

Muito se houve falar de "qualidade de vida". Indicador do nível de felicidade, insistentemente, este conceito surge relacionado e quantificado com a quantidade de "bens" que determinada pessoa possui e do seu correspondente usufruto.
O materialismo da sociedade em que vivemos é crescente, no entanto, se nos questionássemos quanto à necessidade real das coisas que detemos, certamente ficariamos estupefactos. Grande parte daquilo que hoje reputamos como essencial, à 10 anos atrás não existia, à 20 seria ficção científica, à 100 anos levar-nos-ia ao internamento num qualquer hospício.
Da mesma forma, as relações de afectividade e de relacionamento comungam deste mesmo paradigma. Construímos verdadeiros labirintos e teias de relacionamento, muitas delas virtuais, efémeras, transitórias e egoisticamente prevalecentes. Cada vez mais o dar-se ao outro, o abrir-se, o permitir a invasão do outro no nosso eu, não é de todo permitida, ou sendo-o, é habilmente acautelada.
Vivemos num mundo de clausura emocional e de ostentação material. Prevalece a posse, sobre o relacionamento, prevalece o material sobre o intangível.
O Homem é acima de tudo um ser relacional, pelo que a "qualidade de vida" de cada um deverá ser medida pelos relacionamentos que estabelece e não por aquilo que detém. Sobretudo, no que respeita ao relacionamento individual e pessoal com o Criador de todas as coisas.

2006-02-16

Persistência no erro

Hoje, passava junto a uma estação de serviço, quando me apercebi de um pormenor interessante. A funcionária que logo pela manhã tem a função de fazer a limpeza do pavimento estava como sempre a preparar os seus utensílios de trabalho.
Com o colete reflector colocado, começou a tarefa. Ligou a mangueira à torneira, e, começou a lavar o pavimento. À medida que ía afastando-se da torneira para percorrer toda a área de serviço, a mangueira começou a ensarilhar-se. Quanto mais ela puxava, mais o nó apertava. Quanto mais o nó apertava, menos água saía. E ela lá insistia. Cada vez mais irritada, mais puxava a mangueira. A mangueira respondia, com um nó cada vez mais apertado... consequentemente, menos água jorrava!

Se há coisa em que somos persistentes é no erro.
Muitas vezes, obstinadamente insistimos em fazer as coisas "à nossa maneira". Resultado, acabamos por nos estrangular a nós próprios. Asfixiamos em resultado da nossa própria teimosia. Ter um espírito aberto, auto-crítico e permeável a aprendermos coisas novas é necessário. Aquilo que muitas vezes é definido como um "espírito ensinável", mais que urgente é importante e essencial.

2006-02-14

ser GRANDE

"Todos se podem sentir grandes porque todos podem servir. Tu não tens que ter um curso universitário para servir. Tu não tens que saber ligar o predicado ao verbo para servir. Não precisas ter conhecimentos sobre Platão e Aristóteles para servir ... Precisas apenas ter um coração cheio de graça, e uma alma movida pelo amor."
- Martin Luther King

2006-02-10

Limpeza

Recentemente antes de lavar o meu carrito, tive o cuidado de ir ver a previsão de tempo para os próximos dias. Previsão: próximos 10 dias, sem chuva. A decisão estava tomada... Ficou quase um "brinquinho"!
Lá andei eu 2 dias com o carro a brilhar.
Hoje, quando vou a sair de casa, não podia acreditar, aquelas gotículas que apenas servem mesmo para sujar os carros, tinham mesmo caído!
Resultado, nova lavagem é precisa...

Não seremos também nós como os carros que precisam constantemente de "ser lavados", se queremos aparecer de "rosto limpo"?

2006-02-06

"Salvo" pela aranha


Certa ocasião em que Felix de Nola fugia dos seus inimigos, refugiou-se numa caverna.
Apenas tinha entrado, e logo de seguida eis que uma aranha principiou a fazer a sua teia na fenda da rocha que dava acesso ao esconderijo.
Quando os perseguidores passaram, viram a teia de aranha e não se detiveram a procurar no interior da gruta. Então, quando se considerou livre de perigo, saiu do seu refúgio e disse: "Ubi Deus est, ibi aranea murus; ubi non est ibis murus aranea.".
Ou seja: "Onde Deus está, uma teia de aranha serve de muralha; onde Ele não está, uma muralha é apenas uma teia de aranha."

2006-02-01

Anormalidades

Apesar de já ter ocorrido no passado Domingo, não podia deixar de não me referir a este acontecimento.
A notícia surgiu já na parte final do alinhamento do Telejornal na noite de Domingo.
Uma bébé de 2 meses tinha sido resgatada com vida de um rio. Só por si, a notícia já teria relevância, contudo existia um dado adicional: havia a gravação video do acontecimento.
O impacto da imagem foi avassalador.
Um grupo de pescadores na margem de um rio no Brasil, filmava a sua pescaria até que foram despertados para um saco que flutuava no rio. Sim um saco! Por alguma razão a sua atenção foi despertada por aquele saco plástico. Recolheram-no. Quase que a medo, um deles abriu-o. Dentro encontrava-se uma menina com cerca de 2 meses de idade. O estarrecer e a surpresa foram absolutos. Prontamente a socorreram. Mais tarde surge a imagem da bébé já no hospital a tomar o seu biberão, aparentemente em excelente estado de saúde. A polícia procura os pais para esclarecer este acontecimento "insólito".

Como acontecimento anormal que é gostaria de salientar os seguintes aspectos:
1) Não é "normal" que se atire, uma criança ao rio dentro de um saco plástico;
2) Não é "normal" que uma criança de 2 meses, se mantenha a flutuar, utilizando os seus instintos naturais, nadando não se sabe exactamente quanto tempo;
3) Não é "normal", que um grupo de pescadores preste atenção a um mero saco que flutua no rio;
4) Não é "normal", que esse mesmo grupo de pescadores esteja de câmara em punho à espera de registar este facto.
Perante tantas aparentes "coincidências", ou a notícia é falsa, ou gostava que me dessem uma explicação melhor para o facto desta criança ter sobrevivido, que não seja uma mera conjunção de factos ocasionais ou que simplesmente a bébé afinal, é uma excelente nadadora...

2006-01-30

Despertar

O que é que nos faz despertar do "sono", o que é que quebra a letargia do nosso comodismo: as circunstâncias difíceis, as "tempestades, os ventos, a neve e o frio", ou as vozes das pessoas que incessantemente pedem ajuda e socorro?

2006-01-26

Perversões da Democracia

O Hamas venceu as eleições legislativas na Palestina.
Com uma presença nas urnas de 80% dos eleitores, num processo aparentemente transparente e livre, o Hamas, um dos principais grupos terroristas, vence com maioria absoluta.
Fruto de uma actuação social junto das populações mais pobres, verifica-se a legitimação popular dos ideais radicais islâmicos. A democracia tem destas coisas...
A esta facto, acresce o agravamento das relações da Comunidade Internacional com o Irão.

Para Israel, "shalom" assume cada vez mais a angústia de um povo, que ao longo dos séculos procura fazer vingar o seu direito de existência como Estado e Nação.

2006-01-24

Papalagui

“Houve um tempo queridos irmãos, em que todos vivíamos, numa noite escura, pois não conhecíamos a luz irradiante do Evangelho; um tempo em que vagueávamos como crianças à procura da sua cabana sem a encontrar, em que o nosso coração desconhecia o Grande Amor e os nossos ouvidos estavam surdos à palavra de Deus.
Foi o Papalagui * que nos trouxe a luz, foi ele que nos veio libertar da noite negra em que vivíamos. Levou-nos até Deus e ensinou-nos a amá-lo. Veneramo-lo, pois, como sendo aquele que nos trouxe a luz, o porta-voz do Grande Espírito a que ele, Papalagui, chama Deus. Reconhecemo-lo e consideramo-lo nosso irmão, não lhe vedamos o acesso à nossa terra, pelo contrário partilhamos com ele de boa fé todos os frutos e tudo quanto tínhamos para comer, pois nos sentíamos como filhos de um mesmo pai. (…)
O missionário do Papalagui, ensinou-nos, em primeiro lugar, o que é Deus; desviou-nos dos nossos antigos deuses, dizendo-nos que se tratavam de ídolos, isentos da natureza divina do verdadeiro Deus. Deixámos por conseguinte, de adorar as estrelas da noite, a força do fogo e do vento, e a partir daí começamos a endereçar as nossas preces ao deus do Papalagui, a Deus, o Grande Senhor do céu.
A primeira mercê que Deus nos fez, foi tirar-nos, por intermédio do Papalagui, todos os canos de fogo e demais armas a fim de vivermos em paz uns com os outros, como bons cristãos, pois bem conheceis os mandamentos de Deus que nos manda amarmo-nos uns aos outros e não matar. É o mais importante dos seus mandamentos. Entregamos as nossas armas, e desde então nenhuma guerra voltou a dizimar as nossas ilhas e cada um respeita o próximo como um irmão. Não tardamos a perceber que Deus tinha razão em ditar tal mandamento, pois a paz reina hoje entre as aldeias que, outrora, se entregavam a terríveis, intermináveis e encarniçadas batalhas. (…)
Mas o Papalagui limita-se a empunhar luz, a estender o braço para alumiar os outros, pois que ele próprio, ou seja, o seu corpo continua nas trevas. Muito embora a sua boca proclame o nome de Deus e as suas mãos arvorem a luz, o seu coração vive longe de Deus.
Nada há para mim de mais penoso, nada me enche tanto o coração de tristeza, do que ser forçado a dizer-vos isto, filhos queridos das nossas muitas ilhas; o certo, porém, é que não podemos deixar-nos enganar a respeito do Papalagui, para que ele não nos arraste também para as suas trevas. É verdade que foi ele que nos trouxe a Palavra de Deus – sem, contudo, ter entendido os seus mandamentos e preceitos. A boca e a cabeça compreenderam, mas não assim o corpo. A luz não conseguiu penetrá-lo nem reflectir-se nele, de modo que, para qualquer lado para onde vá, possa iluminar tudo com a luz que lhe vem do coração, luz essa a que também se poderá chamar Amor.
Nem ele próprio, sequer, reconhece a contradição que está patente entre as suas palavras e os seus actos; mas nós sim, reconhecemo-la pela sua incapacidade em pronunciar a palavra de Deus no fundo do coração. Quando a diz, faz uma espécie de careta como se estivesse cansado e como se essa palavra não lhe dissesse respeito. Todos os Brancos se atribuem a si próprios o nome de filhos de Deus, crença essa atestada, em esteiras, pelos chefes de tribo da terra; mas embora todos eles tenham recebido o grande ensinamento e todos conheçam Deus, Deus continua a ser-lhes estranho. Nem mesmo aqueles que foram formados para falar de Deus em grandes e magníficas cabanas construídas em sua honra têm Deus em si; falam no ar, falam no meio de grande vazio. Esses mensageiros que falam de Deus não sabem discorrer sobre Deus, falam como as ondas que vêm quebrar-se de encontro às rochas: embora ressoem continuamente, ninguém já as ouve. (…)
O Papalagui só muito raramente pensa em Deus. Só quando é apanhado pela tempestade e essa tempestade está prestes a apagar a chama da sua vida, só então é que ele se lembra que há poderes que lhe são superiores e chefes de tribo de mais alta estirpe. (...)
O seu coração está repleto de ódio, de cobiça, de hostilidade, e mais parece um gancho enorme e pontiagudo, um gancho tão só destinado ao roubo, do que luz que vence as trevas, tudo aquecendo e iluminando.(…)
Que Deus não ajude a não nos deixarmos ofuscar pela sua luz a pontos de nos perdermos no caminho; antes ilumine todas as veredas, de modo a podermos caminhar banhados por essa maravilhosa luz, e assim nos amarmos uns aos outros, e assim fazermos muitas talofas** nos nossos corações.”
* o homem branco
** actos de amor


- O Papalagui, discurso de Tuiavii, Chefe de Tribo de Tiavéa, nos mares do Sul

2006-01-23

Por um triz

Em tempo de "gripes" nada melhor que um suplemento de vitamina C. Fica o desejo que o ácido ascórbico não se torne em acido sulfúrico.

2006-01-19

A "mal-dicção"

O legado de Gil Vicente perpetua-se. A "arte de maldizer", permanece no espírito luso. Uma curta e empírica viagem por um círculo restrito desta nossa blogosfera, foi o suficiente para propiciar este post.
A vontade de "maldizer" é uma constante. A publicitação do ridículo uma arte.
Num discorrer de argumentos, mais ou menos cáusticos, mais ou menos dilacerantes, esta prática, adquire contornos narcísicos, numa frenética competição em que os intervenientes degladiam-se entre si, na aspiração a um qualquer galardão na arte sarcástica.
Alguns, espelham uma literacia excelente, proporcionando à sua fiel "clientela" argumentos e "clichés" para apimentar a conversa de café do dia seguinte. Outros, obrigando a um maior cuidado na interpretação subliminar das suas afirmações, não deixam de armazenar a cicuta nos seus "odres".
Não é pois de admirar que perante as dificuldades reais do quotidiano nos limitemos amargurada e continuamente a "lamber as feridas", numa atitude complacentemente mórbida e fatalista, a que conduz esta prática da cultura da malícia.
O elogio e a valorização, a exaltação genuína e descomplexada, as expressões altruistas de vontade, são exemplarmente segregadas ou então timidamente exibidas, como se de uma pandemia se tratassem.
É então nesta espiral de destruição, crítica voraz e condenação fácil, que alimentamos o nosso espírito ávido e sedento de "mal-dicção".
Agora, é tempo de eu "bater no peito"...

2006-01-17

Spams

Spam, é um termo corrente que se encontra relacionado com o junk mail.
Já alguma vez foram enganados por algum?
É um problema comum na utilização do correio electrónico. Às vezes é inofensivo, mas por vezes não o é. Sobretudo a sua evolução mais recente e perigosa que é o phishing.
Abrimos o e-mail e recebemos uma indicação dizendo que alguém nos quer ajudar. Pede o nosso número do cartão de crédito. A mensagem afirma que o cartão de crédito é inválido, e o número tem que ser escrito novamente para reactivar a conta. Então escrevêmo-lo e, clic, enviamo-lo pensando que estamos a fazer a coisa certa. Então, mais tarde, lá aparece o extracto do cartão de credito debitado com compras de artigos que nunca os vimos. Acabamos de ser ludibriado por um spam!
Podemos pensar que isso só acontece aos outros. Será?...
Nem sempre o que parece ser útil, o é de facto. Confiamos em mensagens de origem dúbia, damos ouvidos às suas indicações e acabamos perdendo.

Podemos também ser ludibriados "espiritualmente". Acontece quando damos ouvidos a mensagens deturpadas, descontextualizadas e ademais das vezes tendenciosas, com conceitos e princípios "religiosos, espirituais e filosóficos", cujo único objectivo é o engano.
Só conheço um anti-spam eficiente nesta matéria: a Bíblia. Ela nos mostra qual o caminho, qual o destino, qual a verdade da condição humana e qual o objectivo dessa mesma existência.

Não sejas enganado.
Qualquer outra "mensagem" fora da Bíblia, é uma fraude!