
Nunca se pode concordar em rastejar, quando se sente ímpeto de voar. - Helen Keller
"Aquilo que fizeres nesta vida, será determinante para a eternidade..." - Russel Crowe in "Gladiator"

Nestes últimos dias estou assim: pasmo, estupidamente pasmo! A pretexto de uma contemporização de "mensagem", fui despertado pela crescente subserviência desta face ao pluralismo, universalismo e relativismo. Para desespero meu, tenho verificado que este processo tem encontrado aceitação atroz em alguns meios de elites pretensamente evangélicas, começando agora a invadir também este "jardim à beira mar plantado".Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos.
"Uma menina de dois anos salvou a mãe, que desmaiou em casa, ao ligar o 999, número de emergência na Grã-Bretanha. Deu o nome, endereço e número de telefone e, sozinha, chamou uma ambulância, em Bournemouth, Dorset.
De acordo com a «Associated Press», Isabelle Keeling ligou para o número de emergência, quando a mãe, Joanne, de 34 anos, sofreu uma reacção alérgica.
A menina abriu a porta de casa para os vizinhos e os paramédicos irem ajudar a mãe.Pelo que se sabe, no dia anterior, a menina tinha visto um episódio do programa infantil «Tweenies», em que os personagens ensinavam a ligar para o número de emergência.
«O que ela fez foi fantástico. Nunca imaginei que a sua habilidade para reter informação, pudesse vir um dia a ajudar-me», disse Joanne Keeling." - TVI24



Verdade, amor, razão e merecimento
"Verdade, Amor, Razão, Merecimento
Qualquer alma farão segura e forte;
Porém, Fortuna, Caso, Tempo e Sorte
Têm do confuso mundo o regimento.
Efeitos mil revolve o pensamento,
E não sabe a que causa se reporte;
Mas sabe que o que é mais que vida e morte
Que não o alcança humano entendimento.
Doutos varões darão razões subidas,
Mas são experiências mais provadas,
E por isso é melhor ter muito visto.
Cousas há que passam sem ser cridas,
E cousas cridas há sem ser passadas;
Mas o melhor de tudo é crer em Cristo."

Na inquietude do tempo a máscara surgiu. Era o perfeito instrumento para ocultar as grotescas imperfeições que o implacável reflexo do espelho fazia sobressair. Aquele tosco metal arduamente polido apontava cada sulco, cada ruga, cada expressão pesada, cada incisão da natureza decrépita. O encobrimento tornou-se obrigatório. Mas... Como o fazer? Apenas um caminho era possível: a aparência do perfeito.
Assim a máscara viu o seu uso disseminado. O espelho seria enganado, o olhar indiscreto seria apaziguado, a lancinante exposição seria aplacada. Na máscara era encontrada segurança, era encontrado prestígio, era encontrada a perfeição perdida. Rapidamente começou a ser vendida e trocada na clandestinidade, numa cumplicidade completa dos seus intervenientes em que o sigilo era facilmente estabelecido pela conivência recíproca.
Para cada situação havia sempre a máscara certa a ser usada: a da complacência, a da reprovação, a da anuência, a da humildade, a da concordância e certamente a mais eficaz de todas: a do interesse fingido.
Assim a máscara era usada. De tal modo a prática se tornou reiterada que já nem no lugar de recolhimento e de isolamento a mesma era retirada.
Durante algum tempo, o ardil funcionou. No entanto a procura incessante da luz dos holofotes, da centralidade das atenções, da atracção do palco central da vida, teve o seu efeito inesperado. Esse objecto de culto que durante tanto tempo tinha trazido a segurança, beleza e perfeição subitamente derrete e desvanece-se ante o excessivo irradiar que essa mesma luz do protagonismo almejado produzia.
E a história repete-se... Nas brumas do tempo, no correr da memória, no curso da existência, a inevitabilidade da exposição do que é "pobre, roto e nu" inexoravelmente ocorrerá: mais cedo ou mais tarde...
Assim sendo um imperativo decorre: "Tira a máscara!" - é o grito que apenas pode ser ouvido por quem busca e sente uma fome de autenticidade.
"Daqui a cem anos
não vai importar o carro que eu usei,
nem em que tipo de casa vivi,
quanto tinha no banco
nem que roupas eu vesti.
Daqui a cem anos, não vai importar
em que escola andei,
nem que tipo de máquina de escrever eu escrevi
nem qual era a minha crença…
Mas o Mundo pode ser um pouco melhor...
porque…
eu fui importante na vida de uma criança."
| | Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência. |

"Herança bendita deste a mim
Como pedras preciosas
Como flechas nas mãos do arqueiro os deste a mim
Para lançá-los muito além
Para alcançarem Teu coração
E que te alegrem oh! Deus
Que Te amem e venham Te a adorar
E reflictam o Teu amor
Sejam filhos que saibam Te ouvir, Te obedecer
E que vivam para cumprir o Teu querer."
"Tenho um amigo que gostaria de levar comigo", disse-lhes. "Com certeza!" – responderam os pais – "Gostaríamos de conhecê-lo". "Mas há uma coisa que têm de saber" – continuou o filho – "ele foi gravemente ferido em combate e perdeu uma perna e um braço. Agora não sabe para onde ir e eu disse-lhe que falaria convosco para que ficasse a viver em nossa casa."
"Custa-nos muito ouvir isso, filho. Talvez o pudéssemos ajudar a encontrar um lugar adequado para ele." - replicaram os pais. O filho insistiu: "Não, eu quero que viva connosco."
"
Dois dias depois receberam uma chamada da polícia de S. Francisco informando que o filho tinha caído de um prédio e que se encontrava em estado muito grave. De imediato os pais correram para o hospital, mas quando chegaram o filho já havia falecido. A polícia então perguntou-lhes, se conheciam alguma razão pela qual o seu filho se quisesse suicidar. Eles, totalmente surpreendidos, responderam que não havia qualquer razão, antes pelo contrário. Quando fizeram o reconhecimento do cadáver, horrorizados, descobriram que o filho só tinha um braço e uma perna.
Certo homem perdido no deserto e prestes a morrer à sede avistou aquilo que parecia ser um poço abandonado. Num derradeiro esforço arrastou-se até lá onde encontrou uma bomba de água velha e enferrujada. Agarrou a manivela e começou a bombear sem parar. Contudo, nada aconteceu. Desapontado, deixou-se cair. Foi então que notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a e então leu a seguinte mensagem nela inscrita: "É preciso primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa... PS.: Por favor encher a garrafa outra vez antes de partir."
O homem arrancou a tampa da garrafa e lá estava a água. Foi então confrontado com um grande dilema: se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se a despejasse na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia para a próxima pessoa... O que fazer? Deveria arriscar toda a água que tinha, na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando?
Relutantemente, despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou na manivela e começou a bombear... a bombear... Mas... nada aconteceu! A bomba rangia e chiava... apenas isso! Então finalmente surgiu um fiozinho de água, depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância, transbordando e saciando-o. Agora que se encontrava restabelecido, encheu a garrafa outra vez para o próximo que ali passasse. Arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela: "Acredite que funciona. É preciso dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!"