"Aquilo que fizeres nesta vida, será determinante para a eternidade..." - Russel Crowe in "Gladiator"
2007-11-12
Gente feliz com lágrimas
2007-11-05
O elogio devido
Mais que uma funcionária pública eficiente, esta senhora é uma amante da sua cidade, com um orgulho imenso nela e que com grande contentamento partilha a sua singularidade com os viajantes.
Aqui fica o agradecimento e um grande bem haja à D. ...
2007-10-29
Politiquices
2007-10-25
2007-10-24
Vitalidade
2007-10-22
Aprisionados
- A. Cury
2007-10-18
A lâmpada eléctrica
Desde Edison, que a lâmpada eléctrica revolucionou os usos da nossa sociedade. Analisar detalhadamente o seu processo, desde o fabrico do vidro até à "tecelagem" do filamento de tungsténio, passando pelos sucessivos testes de qualidade a que estes são submetidos, foi deveras interessante.
Gostava de destacar uma dessas fases... Quando na fase de fabrico do vidro para o "bolbo" da lâmpada, se este não resistir aos testes de vibração e diferencial térmico, este será devolvido novamente ao forno... Então, para o vidro, o processo iniciar-se-à novamente. O alto-forno oferece a possibildade de uma nova utilização e de uma nova oportunidade para o vidro "rejeitado": o de cumprir a sua função com eficácia e vir a incorporar o produto final.
Este processo pode não ocorrer apenas uma vez, mas o seu aprimoramente poderá levar a várias viagens de volta para o forno.
Pena que tantas vezes, não reconheçamos que as "fornalhas" porque passamos, são apenas uma forma de termos novas oportunidades, de sermos refinados, aperfeiçoados, apurados para que o objectivo final de alumiar e dar luz seja conseguido.
2007-10-15
2007-10-13
2007-10-09
Recortes
[A consciência das nossas forças fá-las crescer. Nunca poderás dizer: "Não sou capaz!" sem primeiro haveres tentado...Esforça-te e tem bom ânimo!]
Os "recortes" endereçados a dois alunos meus , contrastam com o "status" instalado: a decrepidez que a falta de perseverança e a inércia geram.
2007-10-03
Desabafo
Fala-se na mudança, na (in)capacidade de gestão dessa mesma mudança, escreve-se e vive-se. Hoje, curiosamente sinto-a! Não falo apenas das alterações climáticas visíveis ano após ano, mas também das alterações dos comportamentos sociais, das metodologias organizacionais, dos paradigmas e referênciais normativos, enfim, da vida que ao nosso lado passa. Consequências de um relativismo exarcebado emergente da sociedade pós-moderna.
Em Biologia, o desaparecimento completo de uma espécie, causada pela destruição do habitat, predação ou pela incapacidade na adaptação suficientemente rápida às mudanças no ambiente natural é denominado de Extinção. Hoje sinto-me neste processo de extinção rápida. Sou confrontado com a velocidade de aceleração deste processo de mudança ao qual sinto-me impotente para o travar... Narcisicamente sempre me considerei apto para lidar com ele, afinal...
A entropia que se gera em todo este processo esmaga qualquer tentativa de impor ordem no caos. A alternativa? Talvez o refúgio com os "monges da cartuxa"!
Bem, pensando melhor, naaaa...
Embora as necessidades materiais e emocionais sejam diferentes das de um passado recente, algo permanece imutável: as necessidades espirituais de cada ser humano. Contudo a resposta permanece eficazmente a mesma: os braços estendidos do Pai!
2007-09-27
Inusitado e despropositado
Afinal de contas, a imagem mediática de um treinador de futebol é bem mais importante do que qualquer consideração, análise ou discussão sobre as fragilidades do sistema político português, o qual é apenas e tão somente a base da democracia representativa do nosso país.
Santana Lopes teve um dia feliz! Pena que dias assim sejam uma excepção e não a regra...
2007-09-24
"Fragmentos" não divulgados do 11 de Setembro
Agosto de 2001, Moshê (nome fictício), empresário judeu, viaja para Israel em negócios. Quinta-feira, dia nove, no tempo que tinha entre duas reuniões aproveitou para almoçar rapidamente numa pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech Georgeno, no centro de Jerusalém.
A pizaria estava cheia. Logo ao entrar, percebeu que teria que esperar muito tempo, tempo esse que não dispunha. Impaciente e ansioso foi abordado por um israelita que o observava, que lhe perguntou se queria ir à sua frente na fila extensa. Agradecido, Moshê aceitou. Fez o pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião. Menos de dois minutos após ter saído, ouviu um estrondo. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera.
O jovem disse que um terrorista suicída tinha feito explodir uma bomba na pizzaria Sbarro's. Moshê empalideceu. Por apenas dois minutos escapara do atentado. De imediato, lembrou-se do homem que lhe cedera o seu lugar na fila. Certamente ele ainda lá estaria. Aquele homem salvara-lhe a vida e agora poderia estar morto. Correu para o local e encontrou uma situação caótica. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, das quais seis eram crianças. Outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em estado grave. Pessoas gritavam por ajuda, outra tantas acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar. As vítimas ensanguentadas eram socorridas pelos serviços de emergência. Moshê procurou seu "salvador" entre as sirenes e a confusão, mas não conseguiu encontrá-lo. O sentido de gratidão fez com que a importante reunião que o esperava fosse para si insignificante. Percorreu os hospitais mais próximos à sua procura e finalmente encontrou-o na cama de um hospital. Estava ferido, mas não corria risco de vida. Moshê conversou com o filho daquele homem, que acompanhava agora o seu pai, e informou-lhe do que tinha acontecido. Disse-lhe que faria tudo que fosse preciso por ele. A gratidão por aquele homem ao qual lhe devia a vida era extrema.
Moshê despediu-se do rapaz, deixou o seu contacto com ele para o caso de seu pai vir a necessitar de qualquer tipo de ajuda. Se assim fosse, ele não deveria hesitar em contactá-lo.
Um mês depois, Moshê recebeu um telefonema no seu escritório em Nova Iorque. Era o filho do homem que o tinha salvo. Contou-lhe que o pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para a fazer ficava em Boston, Massachussets. Moshê não hesitou. Tratou de tudo para que a cirurgia fosse realizada rapidamente.
Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo sentido de gratidão e honra pela palavra dada. Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila". Mas não. Moshê sentia-se profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo e não foi trabalhar.
Assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001, Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center.
2007-09-18
O exemplo da água
2007-09-12
Uma vergonha chamada Scolari
Meu amigo, não estamos na América Latina...
2007-09-10
5 minutos com...
2007-09-05
"Visão" estratégica
Pois bem, hoje em dia existe um outro, bem mais perigoso: alguém "inteligente" sem visão estratégica. Este último é o clássico "inteligente" que lança uma afirmação genial, que leva a que todos se desviem da rota correcta, que provoca confusão, que define novas prioridades, que atrai o auditório mas que nunca chega a destino algum. Nunca obtêm os resultados procurados, nunca consegue dar "fruto" mas ganha todas as discussões e arrazoados e consegue que a sua posição prevaleça.
Importa pois acautelar-nos tanto de uns como de outros.
2007-08-31
Coisas novas
"O que é que vê?" perguntou-lhe o seu assistente. "Vejo coisas novas!" - respondeu. Aparentemente esta resposta não faria muito sentido mas, aquilo que descobriu viria a permitir uma nova abordagem à história da Antiguidade, nomeadamente da civilização egípcia.
O recomeço do trabalho após as férias, o recomeço de um ano, o reinício de algo provoca sempre um novo entusiasmo, uma expectativa elevada, renovada esperança…
Contudo, muitas das "coisas novas" que temos a descobrir já se encontram na nossa posse, apenas a nossa distracção e negligência deixaram que o tempo as soterrasse.
Viver desejando a "última novidade" pode ser frustrante, sobretudo quando não sabemos guardar e valorizar aquilo que já temos.
Mais que uma série de recomeços, gostava de ter uma vida de continuidade evolutiva em que entre o passado e o futuro se pudesse ver no presente do momento, a sombra de um e o esboço do outro.
2007-08-20
2007-08-13
Ark - Actions of Random Kindness
Decididamente Hollywood parece não saber lidar com a expressão dos valores cristãos. A exemplo disso é só perder alguns minutos e ler as críticas ao recente filme de Tom Shadyac que agora chega ao nosso país: Evan Todo-o-Poderoso.Sendo uma comédia ligeira, com alguns 'gags' interessantes, permite de forma descontraída levar o espectador a reflectir sobre a importância dos actos individuais, para a construção de um mundo globalmente melhor. Pegando no relato bíblico de Noé, da arca e do dilúvio, apresenta uma perspectiva diferenciada para o acrónimo ARK - Acts of Random Kindness.
Afinal de contas, a bandeira que tantos levantam da "responsabiildade social" encontra primeira expressão na esfera individual de cada um de nós, ou seja, na nossa própria família e em nós próprios.
Certamente que uma comédia recheada de violência e "falas" sexuadas, à mistura de uma boa selecção de um palavreado onde o "F..." fosse a maiúscula de eleição, traria o reconhecimento e a aceitação. Nada a que já não estejemos acostumados!
Sem dúvida para ver numa tarde de verão em família, quando o sol se nega a convidar-nos na incursão a banhos!
2007-08-11
Sarajevo
Quando finalmente chegaram ao hospital, a menina tinha morrido.
Os dois homens encontravam-se agora no w.c. lavando as mãos e roupa ensanguentada. O homem diz então ao repórter: "Agora, tenho algo ainda mais difícil a fazer. Dizer ao pai desta menina que sua filha morreu. Ele vai ficar de rastos".
O reporter reagiu surpreendido: "Mas... ela não era sua filha?". O homem olhou para ele e respondeu: "Não, mas não são eles todos nossos filhos?"
2007-07-27
Mulheres e carros
Aqui fica um dos muitos possíveis exemplos reais:
Duas amigas procuravam os melhores preços para pneus para o carro de uma delas.
Quando questionadas pelo vendedor dos pneus quanto à medida da jante, resposta pronta de uma delas: "O meu carro não tem jantes, tem tampões!"
Sem comentários...
2007-07-24
Um caso de cidadania
2007-07-21
Oportunidades
Assim, foram enviados dois consultores para o terreno para avaliarem o potencial de crescimento do mercado e qual a estratégia de entrada nesse mesmo mercado. Estes foram enviados para duas cidades diferentes da Índia, uma no norte outra no sul.
Após alguns dias de avaliação e pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte email para o Director de Projecto: "Ex.mo Sr., cancele o projecto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui, NINGUÉM usa sapatos."
Quase que simultaneamente o segundo consultor informava nestes termos o Director de Projecto: "Exmo Sr., tripliquem o potencial inicial considerado como premissa para o projecto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos AINDA".
A mesma situação era um obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro.
A questão pois, não se coloca no julgamento do que é certo e errado perante a constatação de um facto, mas sim se o convertemos num problema ou numa oportunidade.
Alguém dizia que "os tristes acham que o vento geme. Os alegres, que ele canta."
Que melodia gostamos de ouvir, o do queixume e derrota, ou o da conquista e vitória?
2007-07-17
Para um mundo melhor
A resposta de Deus não tardou: "Isso era o que supostamente TU deverias estar a fazer!"
2007-07-11
S. António, S. João, S. Pedro, S. ...
Já era o final do dia e o sol estava a pôr-se. Então alguns raios de sol cruzaram os vitrais onde se podiam ver alguns santos. A menina então perguntou: "Quem é aquele?", "É S. Pedro", respondeu a tia. "E aquele?", inquiriu! "É S. João"! "Hummmm... Então e aquele?", apontou. "Aquele é S. Tiago", explicou-lhe a tia, com um certo orgulho pela curiosidade de sua sobrinha. Então com um sinal de satisfação a menina exclamou: "Ah! Agora já sei o que é um santo. É alguém através do qual a LUZ brilha".
2007-07-07
2007-07-05
Fé em quê?
A curiosidade que me tinha levado aquele lugar, foi substituída pelo confronto com a realidade da demonstração de uma tão sincera devoção.
Este quadro fez-me pensar na importância da conjugação do culto racional e da expressão da fé. Que valor tem a fé per si? Ainda que imbuída de toda a genuinidade e sinceridade, que poderá ela produzir?
É ela um fim em si mesmo?
Não poucas vezes têm-me dito "o que importa é termos fé". Será mesmo assim?
As palavras do texto bíblico vieram então à minha mente "...olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé...".
Afinal de contas, não será esta a questão que importa aquietar: "fé em quê? fé em quem?"!
2007-06-30
2007-06-29
A arte do elogio
2007-06-25
2007-06-19
Acção vs reacção
O amigo cumprimentou o "ardina" amavelmente, mas em troca recebeu um tratamento rude e mal-educado. Pegou no jornal que foi atirado na sua direção, então sorriu delicadamente e desejou um bom fim de semana!
Quando os dois amigos já desciam a rua, Sydney perguntou:
- "Ele trata-te sempre com tanta má educação?"
- "Sim. Infelizmente é sempre assim..."
- "E tu és sempre tão amável com ele?"
- "Claro!"
- "Porque é que és tão educado com ele, quando ele é tão agressivo contigo?"
- "Porque não permito que ele decida como EU devo agir."
"Engano é tudo o que há no coração dos que só se ocupam em maquinar o mal. Mas há alegria transbordante na vida dos que procuram construir a paz" - Provérbios 12:20
2007-06-18
Investimento reprodutivo
- Albert Schweitzer
2007-06-14
Déficit de exigência
Mas então, e a exigência e o rigor? E... o premiar o mérito e penalizar o demérito?
Esta "onda" condescendente é porventura a marca de todo um sistema de ensino, que paulatinamente fenece. Os nossos padrões de exigência estão a diminuir. Ocorre a generalização do sentimento de marasmo, de apatia, de estagnação.
Assim, vamos vivendo a vida. Desejando pouco, procurando nada. Assimilamos o que os outros nos apresentam sem questionar, sem tentar desvendar o significado das coisas, desde que tal ajude à melhoria, ou pelo menos, à manutenção do nosso "status quo".
Amordaçamos a consciência que em vão nos alerta para os perigos dos valores que se perdem, adormecemos o instinto de discernir o bem e o mal... Entramos na onda do facilitismo, da aparente consternação pela inacção dos outros e assim sucumbimos à "obesidade moral" que invade a nossa comunidade.
Estamos "gordos" de conceitos, de definições, metafisicamente super-nutridos, contudo neste processo perdemos o significado da existência humana... a relação com o seu Criador!
"Quanto mais reflectia, tanto mais cresciam as labaredas da agitação em mim. Até que finalmente, falei e supliquei a Deus: 'Senhor ajuda-me a compreender como é curto o meu tempo sobre a Terra, e como eu sou frágil. Aos teus olhos, a minha vida pode medir-se como que a palmos. O tempo da minha existência é como nada para ti. Na verdade o ser humano, por mais bem estabelecido que esteja na vida, é frágil como um sopro. É como uma sombra. Em vão correm atarefados de um lado para o outro, e amontoam fortunas para serem afinal gastas por outros. Assim, Senhor, em quem posso eu esperar? Tu és a minha única esperança'"
- Salmo de David, Tradução "O livro"
2007-06-13
O silêncio desejado
No hiato de silêncio que imperou neste espaço virtual de "pseudo comunicação", semana após semana, mês após mês, a escassez da partilha tornou-se evolutiva e austera, até à completa extinção.
Majestosamente emergiu o império das prioridades reais, o qual facilmente se impôs face às oportunidade virtuais.
Assim o foi! Creio que assim deverá ser, para que no insano artifício verborreico, haja o desejável equilíbrio, e, no discorrer da "tinta" sobre o "papel branco" evidencie-se não uma leviandade discursiva, mas apenas e somente a "impressão" da tradução da existência vivida.
Assim, certamente poder-se-à sempre e em toda a circunstância, prontamente responder à eterna interpelação: "Quo vadis" - onde vais?
2007-03-09
O cajado
Aproximou-se então do velho e perguntou-lhe como conseguia tal proeza. Enquanto conversavam, apercebeu-se que o homem era cego, tornando assim ainda mais fascinante o feito.
O velho homem descreveu seu sucesso com o riacho da seguinte forma: 'Tenho um cajado que uso para me guiar. Coloco-o à minha frente; se a terra for firme, sinto a terra em sua volta, então, coloco meu pé onde ele estava, e sei que estou seguro. Depois coloco o cajado mais para frente e repito o processo. Assim vou progredindo. Eu sigo o meu cajado!
Vou aonde ele me leva, pois sei que com que ele estou seguro. Eu sigo-o até a água e novamente de volta, pois ele me conduz em segurança.'
O professor agradeceu ao homem mas quando se despedia, o homem chamou-o de volta e disse-lhe: 'Ainda não terminei. O problema com a sua geração é que vocês não têm um cajado.'
Muitos "recursos" são evocados, nesta era pós-modernista que apontam para soluções divergente, na tentativa de nos transmitir segurança, confiança e propósito para a nossa vida. Que "cajados" têm conduzido a nossa vida?
Atravessar a vida sem um "cajado", nada que se possa seguir, sem nenhum paradigma ou refencial, apenas poderá conduzir ao desnorte, insegurança e por fim ao "afogamento".
Jesus afirmou que era o Caminho, a Verdade e a Vida.
Ele é, a figura esplendida do "cajado" que aponta direcção para a plenitude da vida.
2007-02-22
Feridas
A solicitude de auxílio deverá contemplar a nossa capacidade efectiva de não apenas curar a "ferida exposta", mas sim sarar por completo todo o "corpo".
"Não devemos tocar numa ferida se não tivermos como curá-la".
- Ernest Hello
2007-02-16
Desilusão
- Ruy Barbosa
Há dias assim...
2007-02-08
2007-02-05
A beleza
- Aurélio Agostinho
2007-02-01
Para nós, parabéns

1Co 13:13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.
2007-01-30
Do sonho à visão
Ou seja, dito de outra forma, uma "visão", sem uma acção associada não passará de um sonho. Por outro lado uma acção ou tarefa sem visão, nunca deixará de ser uma tarefa enfadonha, repetitiva e muitas vezes vazia de significado. No entanto, em conjunto, visão e tarefa poderão tornar-se a esperança do futuro.
Por isso, não deveremos apenas saber "o que fazer", mas também o "como", "porquê", "com que frequência" e "quão bem" o faremos.
Desta forma, poderemos contagiar os outros neste percurso de realização e construção.
2006-12-22
2006-12-18
2006-12-14
Diário de uma Bíblia
Mais uma demonstração da mercantilização da quadra que se avizinha.
Assim gostaria de deixar o diário "possível" de uma Bíblia, igual a tantas outras que ocupam espaço na biblioteca de tantas casas portuguesas:
Diário de uma Bíblia.
20 de janeiro - Passei uma semana calma. Nas primeiras noites do Ano Novo, meu proprietário leu-me diariamente, mas agora parece que me esqueceu.
16 de fevereiro - Hoje foi limpeza geral. Fui desempoeirada como outros objectos e delicadamente colocada no meu lugar.
24 de março - Fui utilizada depois do pequeno-almoço pelo meu proprietário. Ele analisou alguns trechos e levou-me ao culto.
08 de maio - Hoje foi um dia duro de trabalho. Meu proprietário dirigiu um estudo Bíblico e teve que procurar vários versículos. Raras vezes os encontrava, mesmo estando todos no lugar de sempre.
01 de junho - Hoje alguém colocou um trevo de quatro folhas entre minhas páginas.
29 de junho - Fui colocada, juntamente com roupas e outros objectos, dentro de uma mala. Parece que estamos de viagem de férias.
10 de julho - Ainda estou na mala, embora quase todos os outros objectos já tenham sido retirados.
15 de julho - Estou novamente em casa, no meu velho lugar. Foi uma viagem cansativa. Não percebo porque tive que participar nesta viagem.
10 de agosto - Hoje fui utilizada pela Ana. Ela escreveu a uma amiga e procurou um versículo para ela, pois seu pai tinha falecido.
20 de agosto - Novamente fui desempoeirada.
........
E se a tua Bíblia pudesse contar a sua história? Seria diferente desta?
2006-12-05
Morte ou vida... Será a escolha difícil?
1. O pai é asmático, a mãe está tuberculosa. Têm quatro filhos. O primeiro é cego, o segundo é surdo, o terceiro morreu e o quarto tem tuberculose. A mãe está grávida de novo.
Recomendarias o aborto nesta situação?
2. Um homem branco viola uma menina negra de 13 anos e esta ficou grávida. Se fosses o pai desta jovem. Recomendavas-lhe o aborto?
3. Uma senhora está grávida; já tem muitos filhos, dois deles morreram, o seu esposo está na guerra e a ela resta-lhe pouco tempo de vida. Recomendarias o aborto a esta senhora?
4. Um pastor e a sua esposa enfrentam problemas económicos muito fortes, já têm 14 filhos, são realmente pobres. Considerando a sua extrema indigência. Recomendarias à esposa que abortasse o seu décimo quinto filho?
5. Uma jovem está grávida; não está casada e o seu noivo não é o pai do bebé.
Recomendarias que abortasse?
Conclusões: Se respondeste que (SIM) em alguma das situações anteriores, lê o seguinte:
No primeiro caso se assim procedesses, terias morto Beethoven.
No segundo caso terias assasinado uma das cantoras negras mais famosas: Ethel Walters
No terceiro caso, João Paulo II não teria chegado a nascer.
No quarto caso: John Wesley, um dos grandes pregadores do sec. XIX não teria chegado a ver a luz do dia.
Por último, no quinto caso acabarias de "matar" JESUS CRISTO.
Talvez valha a pena pensar nisto!
2006-12-04
Pelo caminho certo
Não deixa pois de ser impressionante que muitos continuem a procurar DEUS, sem quererem passar por JESUS.
2006-11-29
Assim vai a nossa "língua"
2006-11-28
2006-11-21
Mais uma vez: o sonho
2006-11-16
Linguagem e comunicação eficaz
Certamente na nossa sociedade, onde a cooperação entre homens se torna necessária até nos assuntos mais simples, é mister antes de tudo que eles se entendam. A compreensão nasce principalmente da linguagem. Por isso devemos aprender a usá-la, não de maneira tosca, mas com critério.
- Owen D. Young
2006-11-15
O que me preocupa
- Mark Twain
2006-11-13
2006-11-03
Eficácia
- William James
2006-10-30
2006-10-26
Os Grandes Portugueses
Deixo aqui o desafio para que os interessados desta "nossa" blogosfera, votem e escolham este homem que sem dúvida é um marco na nossa História, perdurando o seu legado nas casas de milhares de portugueses.
2006-10-25
A matemática das emoções

"Os bons alunos aprendem a matemática numérica, os alunos fascinantes vão mais além: aprendem a matemática da emoção, que não dá resto zero, e que rompe com a regra da lógica. Nessa matemática, só se aprende a multiplicar quando se aprende a dividir, só se consegue ganhar quando se aprende a perder, só se consegue receber quando se aprende a dar."
- Augusto Cury
2006-10-23
2006-10-19
O candeeiro
Começou então a procurá-la perto do poste de luz. Os vizinhos que passavam, viram a ansiedade deste homem e perguntaram-lhe o que tinha perdido. Prontamente, começaram a ajudá-lo. Finalmente, um dos vizinhos perguntou-lhe:
- "Onde foi que perdeu a chave?"
- "Foi ali perto da casa", respondeu o homem.
- "Se perdeu a chave perto da casa, por que é que a está a procur aqui, perto deste poste de luz?"
- "Não consigo ver nada onde a perdi; só vejo bem aqui perto desta luz", respondeu o homem.
Como homens e mulheres, todos temos uma necessidade prioritária na vida: a de amor e de aceitação. Nesta busca, a nossa tendência é de procurar no lugar mais fácil e de aparente conforto, onde possamos facilmente ver com os nossos próprios olhos. Onde possamos ter o controlo.
No entanto, aquilo que perdemos só será encontrado quando na nossa busca, nos despreendermos da nossa própria concepção e imagem tantas vezes grotescamente desenhada. Então, corajosamente nos lançamos no "escuro". É então, nessa escuridão que a Luz poderá brilhar mais, iluminando a chave que haviamos perdido: a chave da vida.
2006-10-12
in focus
Sendo uma expressão tipicamente reveladora da "lei do menor esforço", granjeia facilmente adeptos.
No entanto, o mais comum será a impossibilidade de o praticar, até porque se perseguimos dois coelhos ao mesmo tempo, muito provavelmente ambos escaparão. A tendência natural, para alguns manterem-se "desfocados" do importante, provavelmente levará a que no final o resultado seja o vazio.
Os domadores de leões, sabem bem isto. Certamente já repararam que no circo o domador, normalmente faz-se acompanhar de dois objectos: o chicote e o banco. O chicote, facilmente se percebe porquê, no entanto o banco nunca tinha percebido a razão.
A verdade é que ao colocar um banco de 4 pernas defronte do leão, o animal tenta focalizar as quatro pernas ao mesmo tempo. Como não consegue, ele paralisa.
Daí a pergunta: "Em que tens focalizado a tua atenção, a tua energia, os teus recursos?".
Se oscilar entre dois objectivos ou alvos divergentes, muito provavelmente nenhum será alcançado, ficando apenas o sentimento de esforço em vão e a frustração.
2006-10-11
Castelo Branco
Aqui fica o agradecimento ao Sr. J. pelo esclarecimento!
2006-10-06
Quando o sonho comanda a vida
No entanto, não era nada, quando comparado com o seu ojectivo maior: que "todas as pessoas no mundo tivessem a possibilidade de experimentar uma Coca-Cola".
Esta visão e desafio foi passada a toda a organização e o seu sonho perdura (porventura não muito longe da concretização). E tudo isto por causa de uma simples bebida.
E nós, o que gostariamos que todos pudessem conhecer e experimentar. Que qualidades deveria ter um "produto" para que nos impulssionasse a ter esta mesma visão e este empenho? Que "sonho" seria possível nos motivar, impulsionar. Afinal de contas o que nos faz "sonhar"?
2006-10-04
O iníco
Alguém me quer fazer o favor de explicar o que se passa na cabeça destes "iluminados sacerdotes"!
2006-10-02
Porque hoje é 2.ª feira
Individualmente, há lugar a que cada um decida como cada circunstância irá influir o seu interior.
A decisão é sempre individual e intransmissível!
2006-09-28
Perseverança
O juiz dispara a pistola e os atletas iniciam a corrida à procura da medalha de ouro. Um desses atletas é John Stephen Akhwari da Tanzania. A determinada altura ele vê-se envolvido no meio de outros atletas, cai e lesiona gravemente a perna. Com profunda angústia ele vê os outros atletas passarem por ele...
John Stephen Akhwari não vencerá a maratona nesse dia. Mas terá falhado?
Vamos para a parte final da corrida... Wolde, ganhou a prova. Uma hora depois, começa a anoitecer e os últimos espectadores abandonam o estádio. De repente a sua atenção é despertada pelas sirenes da polícia. A porta de entrada dos maratonistas abre-se e por incrível que pudesse parecer, um último maratonista solitário entra cambaleante no estádio para a última volta. É John Akhwari. Contorcendo-se com dores, a passo lento, coxeando em cada passada, sabendo que já não pode vencer a corrida, mesmo assim ele continua. Finalmente atravessa a linha de chegada e cai estatelado.
"Porquê?" - perguntarão alguns. "Porque é que ele não desistiu depois de se ter magoado?" Afinal de contas ele já não poderia vencer a corrida.
A resposta de John é assombrosa:"O meu país não me enviou à Cidade do México para iniciar uma corrida, mas sim para acabar a prova"...
Que arma poderosa é a perseverança.
2006-09-26
E tu, que farias?
"Você está a conduzir de regresso a casa numa perigosa noite de tempestade. A tempestada aumenta a cada minuto de intensidade. Entretanto, ao passar por uma paragem de autocarro, vê três pessoas tentando abrigar-se, à espera do próximo autocarro:
a) uma velha senhora que parece estar à beira da morte;
b) um médico que lhe salvou a vida no passado;
c) a pessoa dos seus sonhos.
Você só pode levar uma pessoa no carro. Quem escolhe? Por favor, justifique sua resposta".
Agora para, e pensa bem! Qual seria a tua escolha?
Este teste é bastante interessante, na medida em que é um de teste de personalidade. Cada resposta tem um significado, não existem respostas erradas...
A escolha poderia ser a de dar prioridade à senhora que estava para morrer. Ficaria com a consciência tranquila. Ou então a escolha poderia recair sobre o médico, porque ele salvou-te a vida no passado, e esta seria a oportunidade de mostrar gratidão. No entanto, poderias estar a comprometer o teu futuro e a tua felicidade se não escolhesses o amor da tua vida...
O candidato que respondeu melhor e foi contratado entre 200 candidatos não precisou sequer de justificar a sua resposta. Ele simplesmente respondeu: "Daria a chave do carro ao médico, deixava-o levar a velha senhora para o hospital e ficaria à espera do próximo autocarro com a pessoa dos meus sonhos".
Às vezes, ganharíamos muito mais se estivéssemos dispostos a abrir mão do nosso "status", dos nossos interesses pessoais e do nosso conforto em favor dos outros!
2006-09-22
Para quem acha um disparate a avaliação dos professores
A professora interpela a funcionária: "A menina desculpe, mas sabe-me dizer onde fica a Plátano Editora?"
M. responde: "Na Rua Guerra Junqueiro, professora." - perante o não compreender da docente, reforça: "É uma transversal da Rua do Campo Alegre". Como não se fazia "luz", completou: "Junto à sinagoga!"
"Sinagoga, humm!", exclamou a professora e continuou: "Olhe, isso é um restaurante não é?"
2006-09-20
Dar à "luz" em tempo de "trevas"
Um dia, quando inquirido, se tal sucessão de erros não o tinham desanimado ele repondeu: "De modo algum, agora estou bem informado de 6.000 maneiras como não proceder, para descobrir o que procuro."
T. Edison sabia que os nossos aparentes fracassos podem transformarem-se em trampolins para o futuro.
2006-09-18
(Im)possibilidades
2006-09-14
"Assassinei a minha avó"
Depois de ouvir o comentário do Presidente inclinou-se e segredou-lhe ao ouvido: "Tenho a certeza de que ela recebeu o que merecia"...
A única maneira de descobrir o que estamos a perder é começar a ouvir.
2006-09-12
28 dias
Uma das situações que mais me marcou foi uma música da banda sonora do filme, cuja tradução livre seria mais ou menos assim:
"Prefiro sonhar que viver
Viver é difícil demais
São possibilidades e não escolhas
Ruídos, não vozes
Um dia mais não é que para se passar
Viver é demasiado difícil
Os sonhos podem ser a fingir
Mas pelo menos acabam
E eu não pareço deixar de pensar
Os pensamentos pouco me confortam"
Lembrei-me então de uma outra música que se encontra num livro da Bíblia (livro dos Salmos), também ela com o número 28
"28:1 A ti clamo, ó Senhor; rocha minha, não emudeças para comigo; não suceda que, calando-te a meu respeito, eu me torne semelhante aos que descem à cova.
28:2 Ouve a voz das minhas súplicas, quando a ti clamo, quando levanto as minhas mãos para o teu santo templo. (..)
28:6 Bendito seja o Senhor, porque ouviu a voz das minhas súplicas.
28:7 O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele confiou o meu coração, e fui socorrido; pelo que o meu coração salta de prazer, e com o meu cântico o louvarei.
Que contraste!!!
2006-09-11
2006-09-08
Carácter
Imediatamente, ela correu para a barraca do algodão-doce! Quando recebeu na sua mão aquela enorme "montanha" de açucar em novelo o pai perguntou-lhe:
"Tens certeza que consegues comer tudo?" - na esperança secreta de sobrar alguma coisa para ele.
Contudo ela prontamente respondeu:
"Não te preocupes, papá, eu sou maior por dentro que por fora".
Que excelente definição de carácter: sermos "maiores" por dentro...
2006-09-05
No mínimo, polémico
Que grande causa seria defendida e vencida sob a bandeira: 'Sou a favor do consenso'?"
- Margareth Tatcher, primeira-ministra britânica
2006-08-31
"Tudo está perdoado"
No livro de Hemingway "The Capitol of the World", ele conta a história de um pai e seu filho adolescente, de nome Paco, cuja relação entra em ruptura. Após a fuga de casa do filho, o pai inicia uma longa viagem à sua procura, contudo sem sucesso. Finalmente, e já como último recurso, põe um anúncio num jornal de Madrid que dizia: "Querido Paco, estarei na entrada do edifício deste jornal amanhã ao meio-dia... tudo está perdoado... eu amo-te".
No dia seguinte, encontravam-se 800 homens, de nome Paco, desejando recuperar um relacionamento rompido.
Se te sentes um "Paco", necessitando do restabelecimento do relacionamento com Deus, o "anúncio no jornal" mantêm-se, só que desta vez não foi a tinta da impressora que o escreveu, mas sim o sangue. O sangue de Jesus... que "clama" pelo TEU nome!
2006-07-14
Férias antecipadas
2006-07-10
Suspiros e bocejos
O que provoca os nossos suspiros ou bocejos? A explicação reside no facto de que a inspiração de pouco ar, a asfixia ou o nervosismo podem esgotar o oxigénio do corpo. Assim, o nosso corpo provoca uma reacção rápida e não consciente de respiração profunda que envia um apoio de emergência suplementar de oxigénio para suprir essa mesma falta. Normalmente encontramos também este proceso quando existe nervosismo, fadiga ou cansaço.
Mas temos também o "suspiro" da alma. Quantas vezes almejamos num esforço contínuo e obstinado, procurar encontrar sentido para as "coisas". Salomão, um rei da Antiguidade, conhecido pelo sua sabedoria, reagiu repetidas vezes a esta situação, quando empreendimento após empreendimento, apenas clamava "tudo é vaidade." Tudo o que ele fazia produzia um vazio. Finalmente percebeu que nos "lugares" em que procurava essa satisfação eram simplesmente os "lugares errados". Não era na sua capacidade de "sonhar", nem na "concretização" desses mesmos sonhos; não era em nada que ele pudesse "construir por si só".
E tu, "onde" estás a procurar a tua realização pessoal?
2006-07-04
Portugal
Quantas unhas roídas, quantas gargantas dilaceradas, quanto sofrimento sentido, quantos copos partidos, quantas vezes "gooolo" gritado. E depois a festa, a alegria, a celebração!
A capacidade de mobilização de um povo (dentro e fora das fronteiras) tem dado renovo ao sentimento de pátria, do hino e da bandeira!
Quase que numa catárse colectiva, o país tem vivido ao "sabor do calendário" do Mundial. Fazem-se renovações governamentais, estabelecem-se ultimatos ao Irão, a tensão cresce em Timor, mas o que importa? Portugal percorre e devora a "roda dos alimentos". Depois das vitaminas das "laranjas", as proteínas dos "bifes". Agora seguem-se "galos" que esperemos sejam bem assados (de preferência sem "gripe das aves").
Agora imaginemos que toda esta dinâmica popular era posta em prol de causas importantes! Imaginemos o alcance, a mudança, a capacidade construtiva de todo um povo, de toda uma nação. Quantas vezes lamentamo-nos porque o "mundo" à nossa volta encontra-se cada vez pior. Estaremos a fazer as escolhas certas? Consumimos recursos e energia em questões efémeras, voláteis e estupidamente transitórias.
Porque não gritamos "Portugal" à segunda-feira de manhã quando iniciamos a semana de trabalho; porque não gritamos "Portugal" quando nos cruzamos com alguém que está em dificuldade e prontamente o auxíliamos, porque não somos mais cortezes no trânsito, porque não fazemos um esforço por sermos solícitos, porque não nos empenhamos mais no trabalho que temos, porque não decidimos ser mais simpáticos e tolerantes? Porque não exercemos o nosso direito de cidadania exigindo justiça e solidariedade?
Portugal não é o hino, ou a bandeira, nem tão pouco o Estado. Portugal sou eu e tu. São as gentes e o povo e os valores que defendem!
Entretanto... até domingo, e viva, Portugal!
2006-06-28
2006-06-23
S. João
Aqui fica em honra deste santo, uma curta biografia e citação do mesmo:
João Baptista, filho de Zacarias e Isabel. Começou a sua actividade profética por volta de 27 d.C. Chamou o povo ao arrependimento, e as multidões acotovelavam-se para o escutar.
Vestia-se de peles de camelo, vagueava pelo deserto, alimentando-se de mel e gafanhotos.
Baptizou milhares no Rio Jordão, incluindo o seu primo. Jesus, a quem reconheceu como o Messias. Mais tarde, Herodes Antipas encarcerou-o e executou-o!
A sua declaração mais marcante, foi a respeito de Jesus:
"João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. " - in Bíblia
Curiosidade: in wikipédia
Sabe-se que foi a partir das sílabas iniciais dos versos da primeira estrofe do hino litúrgico em honra de São João Baptista que se formaram os nomes das notas musicais. Veja-se como:
Ut queant laxis
Ressonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum,
Solve polluti
Labii reatum,
Sancte Johannes.
O ut foi depois substituído por dó. O si, esse é constituído pelas letras iniciais latinas de Sancte Johanes (São João: o j lia-se como i).
2006-06-21
Dois ouvidos, uma boca
2006-06-20
A urgência do importante
A solução passa então, não por priorizar a nossa "agenda" diária, mas sim "agendar" as nossas prioridades.
2006-06-14
Não há efeito sem causa
G.D. Boardman
2006-06-13
Na intimidade
Isto fez-me lembrar da nossa curiosidade natural, quanto a conhecermos a intimidade sobretudo dos famosos.
As revistas "cor-de-rosa" vivem da exposição dessa mesma intimidade, canais televisivos (mtv, por exemplo) dedicam-lhe particular atenção. E nós, lá vamos fantasiando com a vida dos outros, apropriando-nos ainda que em fugazes momentos, da sua euforia, opulência e abastança.
No entanto, vejo poucos a quererem conhecer a intimidade dAquele que é verdadeiramente importante, mais famoso que os famosos, maior que as maiores "vedetas galácticas".
Porque perdemos tanto tempo em querer conhecer mais de homens e mulheres efémeros, e, tão pouco em querer conhecer o Eterno...
2006-06-09
Manifestação Motard 11 de Jun
A auto-estrada do tempo:
"Corremos na auto-estrada do Tempo,
A alta velocidade cegou-nos;
Alcançar tudo e chegar mais longe é só o que nos interessa,
Já passamos a arte de viver e o tempo de reflexão,
As saídas e os verdes oásis da vida,
Nunca tivemos tempo de os considerar,
Avançamos a um ritmo rápido, mas ninguém faz a pergunta:
"Para onde vamos?"
- Holger Nilsson
2006-06-08
"Ground zero"?
Ao permanecermos com o "nosso olhar" para baixo, a única coisa que provocamos é uma grande "corcunda" nas costas, ou seja, uma malformação da nossa "estrutura", evidenciando desta forma um crescimento defeituoso.
A "postura correcta" consegue-se quando colocamos o alvo a atingir numa "dimensão superior", num degrau e patamar acima do que temos vivido e experimentado.
2006-06-06
O rato, a galinha e o porco
O rato, voltou costas e refugiou-se na sua toca sem saber muito bem o que mais poderia fazer.
Nessa noite, enquanto dormia foi acordado pelo alvoroço do disparar da ratoeira. E quem tinha sido apanhado? Uma enorme e venenosa cobra. O barulho veio despertar a mulher do lavrador, que dirigindo-se ao celeiro, sem saber o que tinha acontecido, acabou por ser mordida pela cobra que tentava fugir à armadilha.
A mulher, rapidamente adoeceu. Na cama, com febres altas, o homem procurava tratar da sua esposa. Para a alimentar, o que é que o lavrador foi fazer? Uma canjinha!!! E como é que se faz uma canja?....
A mulher continuava doente, então, os familiares que foram alertados para a gravidade da situação vieram visitá-la. E, ficaram por alguns dias. Era então necessário alimentar todos eles. Que fazer? Matar o porco...
Não sejamos pois egoístas ao ponto de pensarmos que o problema de um, não é um problema de toda a comunidade. Antes, contribuamos de forma prática para ajudar a quem se nos dirigir a requerer auxílio.
2006-06-02
Recta final
"As únicas pessoas que conseguem alcançar algo significativo são as que desejam o saber de tal forma que o buscam mesmo em condições desfavoráveis. As condições favoráveis nunca chegam."
- C. S. Lewis
2006-05-31
Massa consistente
Quase todos os dias encontramos pessoas cujas vidas "rangem" asperamente com problemas. Carregam "fardos" pesados e muitas vezes insuportáveis, ou então, sentem-se derrotadas e dispostas a desistir. Anseiam pelo "óleo" de uma palavra amiga. Nessas situações temos duas escolhas: ou pioramos os seus problemas com a critica fácil ou "lubrificamos" as suas vidas com palavras de motivação. Apenas uma gota de encorajamento pode restaurar a sua esperança.
Em boa verdade, o espírito humano pode ganhar nova esperança e alento numa simples palavra de encorajamento. Mas isso, implica "termos que sujar as mãos" e estar atentos aos "rangeres" que nos rodeiam. Ou será que, "o ranger e o chiar" alheio já não nos incomoda?
2006-05-26
Mundo Livre?
- Spartacus
2006-05-23
A verdade sobre o código
2006-05-22
Manter o orgão a tocar
Há muitos anos atrás um talentoso organista estava a dar um concerto. Nessa época (e não pensem que foi assim à tanto tempo - ainda me lembro de tocar num desses orgãos a pedal), era necessário que alguém nos bastidores bombeasse o ar através de grandes foles para que este chegasse aos tubos e então fosse produzido som. Após cada peça músical interpretada, a audiência aplaudia animada e entusiasticamente. Antes da sua última actuação o organista levantou-se e disse: "Agora EU irei tocar...." e anunciou o título da peça. Sentou-se e ajustou as partituras. Com os pés pousados sobre os pedais e as mãos sobre as teclas, começou com um acorde que deveria ser avassalador. Contudo, o órgão permaneceu em silêncio. Insistiu, e, nada... De repente, ouviu-se uma voz, vinda lá de trás dos bastidores: "Não diga EU vou tocar, mas sim 'NÓS vamos tocar...!'"
Cada vez mais o trabalho de equipa é necessário, valorizado e incentivado. A complexidade do "trabalho" exige a interacção de equipas multifacetadas e pluridisciplinais, em que cada um contribui para o sucesso do todo. Sejamos pois humildes o bastante para reconhecermos a necessidade de interdependência e suporte que encontramos junto dos colegas de trabalho, da família e dos amigos.
Cada vez há menos espaço para "solistas" egocêntricos, que procurando a visibilidade, ofuscam e menosprezam deliberadamente os restantes intervenientes. E, como alguém dizia, "é impressionante o que conseguimos quando não é importante quem fica com os "louros"!
2006-05-18
2006-05-15
Ser mãe
- Almada Negreiros
2006-05-11
O valor da pergunta
Esta situação fez-me lembrar a importância que tem o facto de fazermos perguntas e termos um "espírito curioso".
A verdade é, que se queremos aprender mais, temos que perguntar mais, inquirir mais. Só pára de perguntar, quem acha que já tem as respostas todas.
Uma pergunta bem direccionada é a chave que abre a porta a um novo universo de conhecimento, desconhecido e fechado até então para o inquiridor. Uma pergunta bem elaborada, destrói qualquer barreira de comunicação, perspectivando oportunidade de apreensão de novas realidades quer por conhecimento teórico adquirido, quer por experiência de vida.
Perguntar, revela humildade, demonstra vontade de aprender, possibilita mudança, acrescenta sabedoria.
2006-05-04
Visão raio-x
Estes alunos devem ter ficado, no mínimo, bastante surpreendidos quando ele se distinguiu nos estudos e acabou por escrever grandes obras de teologia, que ainda hoje são usadas. S. Tomás de Aquino foi um génio mal avaliado. Os seus colegas julgaram-no apenas pelo que estava diante dos olhos. Na verdade, eles não sabiam, como é que ele era interiormente.
Quantas vezes temos realizado juízos precoces e sumários, ignorando ou não atentando para as qualidades interiores de cada um. Quantas vezes com a nossa prepotência, temos calado "os génios" que poderiam trazer-nos ensino e conhecimento, tudo porque fazemos a nossa avaliação de forma superficial e tantas vezes egoísta.
Lembremo-nos que a medida do valor da pessoa humana vem sobretudo do "seu coração".
2006-05-03
Mais que um livro
Anos depois, este soldado ainda guardava religiosamente o livro manchado de sangue e com um furo de bala que o atravessava de capa a capa. Ele acreditava que este, lhe tinha salvo a vida.
Esta é uma história aparentemente agradável, mas que nada diz sobre a "salvação espiritual" que a Bíblia retrata e para a qual ela foi concebida. Às vezes usamos as suas palavras apenas para fazermo-nos sentir bem, mas não para mudar as nossas vidas.
A Bíblia não deve ser amada como um amuleto que dá sorte ou para tranquilizar a mente trazendo-nos alívio temporário da ansiedade ou da perturbação. Ela foi-nos dada para ser obedecida, pois revela a vontade directa de Deus a cada um.
A sua ajuda não será apenas para esta vida, mas prevalecerá para sempre.
...para os que precisam!












